ANDANDO POR CONTRASTES

Postado em Eu Comigo com as tags , em fevereiro 10, 2010 por Fernando Gomes

Andando na rua, 23:00 hs, tudo escuro, mas não quieto….

Na cidade que nunca dorme, muitos ainda de pé, um aqui, tocando seu violão por uns trocados, o outro ali, apresando o passo para não perder o metrô.

Ouço vozes, baixas, quase que susurros, apenas pensamentos altos. ou, as evzes, altas, sim, em alto e bom som, como que chamando o sol para nascer, mas ainda é muito cedo para isso.

Vejo luzes, brancas, amarelas, verdes, vermelhas, enfim, coloridas. Vejo um velho cão, andando manco, atrás de seu dono, igalmente mal tratado pela vida, puxando uma carroça, e tirando o emprego de algum burrinho de carga. Cruzando eles, vejo um senhor grizalho, bem apessoado, passando em seu importado com muitos e muitos cavalos (Bem mais que um burrinho).

Ando por calçadas, outrora, gloriosas, que esbanjavam alegria, mas, que hoje, apesar de movimentadas, refletem uma incontestável solidão…

Enfim, vou andando, por esta rua de contrastes que, como a vida, ora da, ora tira, ora simplesmente se ve indiferente…Mas andar aqui é bom, pois nunca se sabe oque, após esta noite quente e sem lua, o sol irá refletir entre as possas da finda garoa da madrugada…

By Fernando Gomes – 10/02/2010

O CAMINHO PARA MANDALAY

Postado em To ouvindo com as tags , , em fevereiro 4, 2010 por Fernando Gomes

Way to Mandalay By Blackmore´s Nitght, do disco Ghost of a Rose (2003). Banda da esposa do grande Richie Blackmore, Candice Night, em uma das mais belas canções deles…para relaxar antes de dormir, após este dia de caos em Sampa (mais um).

Até amanhã ! :o

LUKA – PARA A MADRUGADA

Postado em To ouvindo com as tags , , , em fevereiro 3, 2010 por Fernando Gomes

Antes de irem para a companhia de Morpheus, vejam, e, sobretudo, ouçam, Luka by Suzzanne Vega, clássico dos anos 80.

OBS.: Eu me lembro que era muito engraçado algumas pessoas ouvirem esta música e acharem “divertida” mesmo sem entender que a música era sobre um garoto que sofria maus tratos.

Boa noite a todos ! :o

O PEREGRINO E O OÁSIS

Postado em De tudo um pouco, Eu Comigo com as tags , , em fevereiro 2, 2010 por Fernando Gomes

        E o peregrino andava, solitário, errante, em busa de algo que nem ele sabia direito o que era. Ele andava a muitos anos, sem parar, sempre procurando, sempre esperançoso, pelo dia em que encontraria o que seria o motivo de sua viajem, seu destino. Após todos estes anos viajandom pela longa estrada da vida, ele encontra, por acaso, ou simples força do destino, algo tão diferente, lindo, virtuoso, único, algo cuja simples presença o fazia revigorar suas forças, esclarecer suas dúvidas, clarear seu pensamento, apaziguar seu espirito, com uma paz que da qual ele nunca havia experimentado. O peregrino havia encontrado o seu Oásis. Não era um oásis qualquer,e sim, um feito só para ele, cujas águas eram frescas e limpidas, e cujas folhas das árvores o protegiam do castigo do sol, provendo-lhe, simplesmente,a sombra perfeita. Foi então que este já cansado peregrino havia conhecido a plenitude. De nada mais ele haveria de sentir falta. Pela primeira vez, ele conseguia enxergar através da névoa de sua existência, e ter um veslumbre do traçado de seua estrada, tuda agora fazia sentido, o vazio havia ido embora. O oásis agora seria seu santuário, onde ele se energizaria, teria paz para encontrar as respostas mais corretas para as perguntas mais complicadas e, se errasse, teria a serenidade para ponderar e consertar seus erros, em um perfeito aclive evolutivo. Forças nunca, mas nunca lhe faltariam. Ele então, ajoelhou para todos os Deuses, em gratidão, e disse

Agora sou completo, mesmo se mais nada tivesse, com este santuário, eu reuniria as forças necessárias para tudo conseguir. Nada mais me falta. Cuidarei deste local como nunca ninguém o fara, pois dele meu corpo e minha alma se alimentarão”
Então, o tempo passou, não muito, apenas um bom tempo, e algo mudou. De repente, toda aquela perfeiçãof foi abalada, o vento, que era uma leve brisa, tornou-se um furação, as águas tranquilas dos lagos se agitaram em revolta, as grandes folhas das árvores começaram a secar, deixando o sol traiçoeiro do deserto adentrar em meio a toda aquela perfeição, fazendo com que, aos poucos, o lindo e fecundo oásis, começasse a se tornar um árido deserto se vida. O peregrino não podia acreditar no que estava presenciando. Como, em nome dos Deuses, mesmo até dos Deuses cujos nomes já não são mais lembrados, isso poderia estar acontecendo. Ele se pos em desespero, tentou varios meios de fazer aquele ragnarok inevitavel ocorrer, pensou, calculou, ponderou, mas, o ibevitável aconteceu. O Deserto secou, de alguma forma, aparentemente sem explicação. O desespero tomou conta de seu coração, a lógica não podia ajuda-lo, pois tratava-se de uma contecimento ilógico. Como um santuário tão perfeito, tão bem cuidado, tão bem assistido, cuja reciprocidade de seu companheiro o devolvia todo calor que lhe era oferecido… Mas, espere ai…e se…e se o problema não for o oásis, e se o problema então for o Peregrino ??? será possível ? será possível então que, mesmo pensando piamente que isso acontecia, o prbre incauto, na verdade, ao invés de estar cuidando de seu santuário, para que ele sempre o retribuisse, na verdade o estava secando, o estava matando aos poucos ? mas como isso poderia ser !
         O peregrino então, sem saber o que fazer, viu seu santuário, seu Oasis, aos poucos, definhar em frente a seus olhos. Isso na verdade, já estava acontecendo a algum tempo, só ele é que não via, não ouvia os gritos de socorro que vinham das folhas secas, da água turva, das ravores morimbundas. Chegou então, o triste e inevitavel dia, em que o mpobre e amaldiçoado peregrino acordou, e estava no desertro novamente, voltando a ser realmente um peregrino. No lugar do seu amado oásis, estava um grande e escuro abismo, cujo fundo não se podia ver, e onde somente havia silencio. Se ele gritasse para o abismo, só ouviria a sua própria vóz, refletindo então sua solidão naquele momento. Ele então se sentou, olhando para o enorme abismo a sua frente, co seus olhos secos de tanto chorar, agora amaldiçoando cada Deus cujo nome ele se lembrava, por terem permitido tamanha judiação e, acima de tudo, amaldiçoando a si mesmo, por permitir-se deixar a acoisa quie mais amava, o motivo de sua existencia, morrer. Foi ai que então, como um ato milagroso, ele olhou para o chão, à beira do abismo, e viu uma diminuta folhinha, nascendo em meio a areia e rocha do deserto. Como algo tão delicado, e puro, poderia aibnda estar vivio em meio a aquele antro de morte e desolação ?
         Foi ai então que o peregrino parou de chorar e, comnsuas cansadas e asperas mãos, acariciou a pequena planta e, dali, fez um juramento “ Sim, prometo que irei cuidar este pequeno ser, que é tudo o que restou de meu, outrora, magnifico santuário, oara que um dia, ele retorne com toda a sua gloria”

      E se encheu de alegria daquele momento em diante, mesmo sabendo de toda a adversidade que viria pela frente pois, se uma plantinha daquela pode sobreviver em meio ao inferno, todo o seu querido e amado santuario poderia ser reestabelecido, se ele se dedicasse e o cultivasse da forma correta. E o peregrino está cuidando de sua plantinha, só que ele não é mais errante agora, pois sabe muito bem para onde deve ir.

-By Fernando Gomes – 02/02/2010

POIS É…2010 ESTÁ AI…

Postado em De tudo um pouco, To ouvindo com as tags , , em janeiro 6, 2010 por Fernando Gomes

Saudações !!!

Como foram de passagem de ano ? tudo legal ? pois é, um novo ano começou, 2010…nossa, como o tempo passa…

Seria este o ano em que faremos contato ? pegando a deixa do famoso filme dirigido por Peter Hyams em 1984, baseado no livro de Arthur C. Clarke, o ante-penultimo ano deste planeta, já que, segundo os Maias, ele pode acabar daqui a 2 anos ? Não sei…

Sinceramente, não gostei, e acho que muita gente não gostou, de como ele começou, com tragédias terríveis por ai (Angra dos Reis, ilha Grande, São Luiz do Paratininga, etc…), muita, mas muita chuva em Sampa, gerando uma serie de problemas para nós habitantes da terra da garoa, que, agora, poderia ser chamada de algo como “Lar da Tempestade” ou “Terra de São Pedro”.

Porém, ano novo é sempre sinal de algo que temos que ter sempre conosco…Algo que é tão importante para nós como o ar que respiramos, a comida que comemos, aágua que bebemos…Esperança.

Esperança em diversas coisas: Arrumar um emprego melhor, melhorar a Saúde, encontrar sua alma Gêmea ( para que ainda não encontrou, claro), escrever um livro, planar uma árvore, perder peso (ops, esta é para mim !) Fazer um filho, enfim…esperança de uma vida sempre melhor, mesmo que, em 2009, a vida tenha sido generosa, sempre queremos mais, e devemos sempre buscar mais felicidade mesmo, dai a importancia da tal esperança…Nunca achando que este ou aquele sonho é impossível.

Desafios a vencidos, transponha barreiras, crie pontes em seus abismos, conteste o óbvio, não acrediteno destino, sempre o desafie a lhe mostrar as caras, mas sempre respeitando a espontaneidade natural das coisas…

Bom, depois de tudo isso ai acima, acho que deu para entender a mensagem, em resumo:

ENCONTRE A SUA PRÓPRIA FELICIDADE !

UM FELIZ 2010 PARA TODOS NÓS ! E QUE OS DEUSES ESTEJAM DO NOSSO LADO ! :o

Aproveitando a deixa da Alanis abaixo, nós só sobrevivremos mesmo se nos tornarmos um tanto loucos neste mundão !

LÁGRIMAS NA CHUVA

Postado em Hai-Kai com as tags , , , , em dezembro 16, 2009 por Fernando Gomes

Enquanto este sentimento machuca
ando eu comigo mesmo
me escondendo e chorando na chuva

OBS.: Fazia tempo que eu não criava um destes ! :o

Meio sem criatividade ultimamente para Hai-Kais ! mas a gente vai tentando !

BOA NOITE COM A MÃE TERRA

Postado em Cinematógrafo com as tags , , , , em dezembro 11, 2009 por Fernando Gomes

Para uma noite tranquila, fiquemos com Loreena McKennitt, cantando a bela The Mystic’s Dream, que fez parte da trilha sonora da minisérie para TV As Brumas de Avalon, em 2001, baseada na obra homonima de Marion Zimmer Bradley, que conta a saga do Rei Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda, de um ponto de vista totalmente diferente, pela sua irmã, Morgana, interpretada por Julianna Margulies, e ainda com a sempre competente Angélica Huston como Viviane, lider e mais alta das sacerdotisas de Avalon, a “Dama do Lago”.

Leiam os livros e assistam a serie, vale muito a pena….

No vídeo, um trecho da serie, onde aparece parte do treinamento de Morgana até se tornar uma sacerdotisa de Avalon.

Boa noite ! :o

RAMBO: O QUE ACONTECERIA SE….

Postado em Cinematógrafo, Filme de Ação para Macho com as tags , , em dezembro 10, 2009 por Fernando Gomes

Bom, na verdade, não aconteceria nada se o final de First Blood no cinema fosse este acima. Na verdade, trata-se do verdadeiro final desta história, que é baseada no livro First Blood, de David Morell, de 1976, que conta a história de um tal John Rambo, ex-combatente do vietnã que, ao término da guerra, se ve inserido em um mundo que não o quer, e que ele não mais se adapta, gerando uma guerra particular que culmina com a destruição de uma cidadezinha do interior, bem como com a morte de várias pessoas, incluindo a dele mesmo !

Bom, mas ai você pergunta: “Como assim ?? E os outros Rambos ???” Calma, a explicação, na verdade, é bem simples:

Durante a produção do filme, Stallone, que não era bobo nem nada, acabou percebendo o potencial do personagem e decidiu alterar o final, igual ao do livro, fazendo com que Rambo, ao invés de se matar, se entregasse as autoridades e, com a proteção do General Trautman, fosse levado para a prisão, de onde seria libertado anos depois para outra missão ( Em Rambo II).

Particularmente, eu gostei desta decisão tomada por Sly na época, pois garantiu mais três bons filmes de ação para macho, com muitos créditos para o espetacular Rambo II (1985), uma das melhores sequencias já produzidas, ( fica no mesmo nível de Aliens, o Resgate (1986) e Terminator 2 (1992)).

Também li o livro e, logicamente, existem  diferenças na narrativa, apesar da história ser basicamente a mesma. No filme, obviamente, Rambo é mais um heroi incompreendido que luta por sua propria vida, em uma série de mal entendidos, que se transforma em uma guerra. Já no livro, ele é claramente um homem perturbado, ferido emocionalmente pela guerra, e que não consegue esquece-la, um verdadeiro barril e pólvora pronto para explodir. Ok, isso também aparece no filme, mas de forma bem mais branda.

Enfim, tanto filme quanto livro são duas obras primas que, no caso ainda especifico de First Blood, além de ser um genuino filme de ação para macho, também tem um que de protesto muito forte, contra o que o governo americano fez com muitos veteranos de guerra, deixando-os de lado após terem lutado pelo pais.

Em outras palavras, leia o livro, assista o filme, se é que existe ainda alguém que não o assisitiu não é…Logo faralei dos outros Rambos também…

CAOS EM SÃO PAULO – 08/12/2009 A.D

Postado em De tudo um pouco, Diário de Bordo com as tags , , , , , em dezembro 9, 2009 por Fernando Gomes

Tirei algumas fotos hoje deste dia terrível que judiou da terra dagaroa, e de seus habitantes. Eu, por exemplo, não consegui chegar no trabalho…Um absurdo..

E O KASSAB, ESTE SAFADO, AINDA QUER AUMENTAR O NOSSO IPTU PARA O ANO QUE VEM…

Tenho uma ideia Sr. Kassab: VA IMPLORAR AO OUTRO SAFADO DO SEU PRESIDENTE PARA ELE CEDER UMA PARTE DOS 30 BILHÕES QUE SERÃO JOGADOS FORA NA PORCARIA DA COPA, EM 2014, BEM COMO NA PORCARIA DA OLIMPIADA DE 2016 !

Segue a Galeria abaixo:

Bom, amanhã tem mais ! que os Deuses nos protejam !  :o

CAPITALISMO HUMANIZADO E O HUMANISMO COMPETITIVO

Postado em De tudo um pouco, Eu Comigo com as tags , em dezembro 8, 2009 por Fernando Gomes

Eram 08h45min da manhã de hoje, onde, após uma reunião matinal, fui tomar um café no restaurante que fica dentro do condomínio onde trabalho, no distante vilarejo de Alphaville. Cheguei ao balcão, pedi meu café (não o preto, mas um chá gelado e um sanduiche natural) e, quando esperava meu pedido, presenciei um fato, que me fez pensar um pouco, e até escrever este artigo.

Uma das empregadas do restaurante veio correndo falar com a que deveria ser seu chefe, ou sua superior imediata, que estava ajudando no balcão a servir os clientes, devido ao pico do horário, avisa-la que havia ocorrido um acidente com sua filha (não sei exatamente a idade), que ela havia caído e quebrado seu braço. A mulher estava ofegante, com os olhos cheios d´água, e com certa ansiedade e pressa ao falar, denotando que a mesma estava realmente aflita, não por menos vamos convir. Ela então informou a chefe do ocorrido e também informou que teria que ir ao encontro da filha para ver o que ocorreu e acudi-la, como qualquer mãe normalmente agiria em uma situação assim, na minha humilde opinião. Ouvindo o relato da empregada, a chefe, que estava preparando um pedido para viajem de um cliente aguardando no balcão, olhou para ela, deu um sorriso seco e simplesmente disse “- hunf vai né!” com um ar meio que de desdém, como que estivesse se preocupando com o balcão, ou com o preparo do almoço, que estaria sendo serviço no restaurante dentro de algumas horas, mesmo este sendo composto por muitas outras profissionais, (que, em minha visão de cliente que frequenta o recinto diariamente, de segunda a sexta), que poderiam suprir, naquele dia, a falta da mãe desafortunada. Após esta resposta seca da chefa, a mulher, retirando, a toca para o cabelo e o avental, sai em disparada pela porta do restaurante, sussurrando algo como “Meu Deus! Meu Deus!”, deixando–me, pensando se este “Meu Deus!” seria “Meu Deus, posso perder o emprego!” ou “Meu Deus! como está minha filha! Preciso vê-la!” ou ainda os dois “Meu Deus!” juntos.

Bem, mas não foi em só isso que esta cena me fez pensar, mas em toda esta relação humano-corporativa-capitalista como um todo. Na verdade, eu sempre me senti muito incomodado com alguns aspectos da sociedade corporativa quando se trata do relacionamento humano, e, como a mídia, de um modo geral, também nos impulsiona a caminhos que nos levam cada vez mais longe, de nossa condição de ser humano, no sentido de realmente sermos diferenciados como indivíduos, e nos fazendo tornarmos algo como uma colônia de formigas altamente desenvolvida. Estes fatos me fizeram lembrar-me de coisas que presenciei durante minha carreira corporativa capitalista nestes últimos doze anos, sempre trabalhando em grandes empresas, participando de momentos chaves em muitas delas, como as pessoas, de um modo geral, se comportam, ou mesmo como é direcionada a informação para estas. Por exemplo, nas revistas voltadas para a tecnologia, era, e ainda é, comum ver propagandas de dispositivos que facilitam nossa vida no trabalho, bom, até ai, isso realmente é positivo. Porém sempre que aparecia uma propaganda assim, ela mostrava um homem, sentando a uma mesa, almoçando e, ao mesmo tempo, verificando um relatório gerencial de algum tipo (geralmente uma planilha de vendas ou um relatório de desempenho), ou uma mulher, sentada à beira da praia, em sua toalha de banho, vendo os filhos brincando na margem do mar, e, ao mesmo tempo, adivinha, consultando seu laptop e vendo relatórios disso e daquilo. Ou seja, a linha que separa sua vida pessoal do seu trabalho é partida e você, ao invés de trabalhar para viver, vive para trabalhar. Trocadilho antigo, mas que, nos dias de hoje, está provando-se verdadeiro. Eis que surge, daí, o chamado “Capitalismo Selvagem”.

SOCIALISTA, EU?

Mas, esperem ai! Por favor, não confundam este texto acima com alguma propaganda socialista, nacionalista, ou algum “ista” do gênero, pois isso eu não sou mesmo, até porque, (e isso é minha opinião apenas), acho que esta história de socialismo, esquerda, e afins, não existe. Toda a sociedade da chamada “esquerda” que consegue chegar ao poder acaba mudando, pois, por princípios, o ser humano é sim capitalista, está e nosso DNA o senso de competitividade e de ambição que, se bem dosados, são virtudes indispensáveis a qualquer um de nós. A maior prova de que isso é verdade é que, em cerca de 10.000 anos, o ser humano saltou das cavernas para a conquista do espaço. Claro, ainda temos mito, mas muito que aprender, porém, se fossemos socialistas por natureza, sim viveríamos em bandos, mas as ideias individuais, os esforços pessoais que geraram esforços coletivos para o alcance de um fim, seriam escassos ou nem existiriam e, provavelmente e ainda estaríamos morando em cavernas. Também acho toda esta história de nacionalismo exagerada, pois vivemos em um mundo cada vez mais globalizado. Oras, o Brasil faz muitas coisas boas, mas também faz muita coisa que não tem qualidade, mas isso é normal e existe em outros países também. O Brasil, por exemplo, produz as melhores novelas do mundo, diferentes das novelas americanas, por exemplo, que é um verdadeiro lixo (isso é só um exemplo bobo para mostrar algo serio, mas vale como exemplo). Em resumo, cada vez mais, vamos nos tornar cidadãos do mundo e, com certeza, o nosso próxima grande passo rum a uma evolução social e política realmente revolucionaria, será a extinção dos limites, o fim dos países e nações, bem como o começo de uma nova era onde todos pertencerão a um mesmo grupo, realmente. Obviamente nem nossos netos verão isso, mas um dia isso vai acontecer, ou é isso ou a extinção total (talvez ai seja a vez das baratas treinarem sobre a terra). E só para completar, o nacionalismo, o socialismo exacerbado, como ele sempre a acaba se tornando, pode, e se transforma, com certeza, em ditadura. Vide ai as republiquetas que nos cercam na America do sul, com Evo Morales e Hugo Chaves querendo ser os novos “Fideis” ou mesmo a Coreia do Norte, bem como o pior exemplo de tudo isso que falei, que ainda existe e é muito forte no mundo, como uma autentica seita de fanáticos: O Nazismo.

Ou seja, Lord Acton estava certo mesmo, pois o poder corrompe, bem como o poder absoluto corrompe absolutamente.

BUSCANDO O MELHOR DE CADA COISA

Obviamente, a ideia aqui é não ser subversivo nem elitista ou ditatorial, ou seja, esta história de poder para o povo é balela, pois o povo precisa sim ser governado, não pode ficar sem uma direção, as massas necessitam de orientação, mas algo que seja puramente humano, e não somente corporativista, ai esta o problema. É preciso que a sociedade corporativa se equilibre no aspecto humano da situação, entendendo também que existe vida após as 18h00min da tarde, assim como a outra parte também não deve se aproveitar disso e se rebelar, achando que tudo está contra ela, pois, felizmente, existem regras a cumprir, prazos e objetivos a se alcançar, agora ainda mais com todos estes conjuntos de siglas que vem aparecendo por ai, resultados de grandes e vergonhosos tropeços corporativos ao redor do mundo, que, a princípio, começou como modismos nas empresas, mas que agora sim, desempenham um papel fundamental na estrutura corporativa mundial. E isso é bom para todos, pois, regras mais coesas e boas praticas, associadas a um capitalismo mais humanista, podemos sim evoluir, como indivíduos e como sociedade, alcançando os resultados almejados pelas empresas e pelos profissionais, deixando sim o sentimento presente em decisões onde, as vezes, somente o calculísmo, é quem fala.

Ah sim! Lembram-se da chefa do começo deste texto, que ficou brava porque a mãe teria que ver a filha de braço quebrado? Ela estava grávida…

By Fernando Gomes…

07/12/2009