VIRTUDE SEM MORALISMOS

Publicado em De tudo um pouco, Lendo e Relendo às Abril 23, 2009 por Fernando Gomes

O que é bom? – Tudo que aumenta, no homem, a sensação de poder, a vontade de poder, o
próprio poder.
O que é mau? – Tudo que se origina da fraqueza.
O que é felicidade? – A sensação de que o poder aumenta – de que uma resistência foi superada.
Não o contentamento, mas mais poder; não a paz a qualquer custo, mas a guerra; não a virtude,
mas a eficiência (virtude no sentido da Renascença, virtu(1), virtude desvinculada de moralismos).
Os fracos e os malogrados devem perecer: primeiro princípio de nossa caridade. E realmente
deve−se ajudá−los nisso.
O que é mais nocivo que qualquer vício? – A compaixão posta em prática em nome dos
malogrados e dos fracos – o cristianismo…

O Anticristo By Friedrich Wilhelm Nietzsche

MÃE RUSSIA

Publicado em To ouvindo às Abril 20, 2009 por Fernando Gomes

Mais uma vez sem muito tempo para postar, tudo bem que é um pouco de preguiça também ! mas juro que, na mioria das vezes não esta dando mesmo ! mas a luta continua !!

Fiquem com um pouco de boa música com Mother Russia, do Sisters of Mercy

:o

SIMPLE MINDS, DO FUNDO DO BAÚ

Publicado em To ouvindo às Abril 13, 2009 por Fernando Gomes

O que você vai fazer quando a maré virar ?

Bem, vai ouvir Simple Minds com Alive and Kicking, clássico de 1985 desta banda da Escócia, formada em 1978, que mistura, até os dias de hoje, o Rock, new wave e sua clara influencia do pós-punk do começo dos anos 80. Esta é, provavelmente, uma das melhores musicas deles, junto com “Don’t You (Forget About Me)” que ficou bem famosa por fazer parte da trilha sonora de “Clube dos Cinco” (The Breakfast Club) também um clássico do cinema infanto-juvenil de 1985, dirigido por John Huges.

:)

THE GALWAY GIRL

Publicado em To ouvindo às Abril 7, 2009 por Fernando Gomes

By Steve Earle… Enjoy it ! ;)

EVOLUÇÃO: APENAS UM ACIDENTE DE PERCURSO

Publicado em De tudo um pouco às Abril 3, 2009 por Fernando Gomes

Pelo que aqui se entende como progresso, a humanidade certamente não representa uma evolução
em direção a algo melhor, mais forte ou mais elevado. Este “progresso” é apenas uma idéia moderna,
ou seja, uma idéia falsa. O Europeu de hoje, em sua essência, possui muito menos valor que o Europeu
da Renascença; o processo da evolução não significa necessariamente elevação, melhora, fortalecimento.
É bem verdade que ela tem sucesso em casos isolados e individuais em várias partes da Terra e
sob as mais variadas culturas, e nesses casos certamente se manifesta um tipo superior; um tipo que,
comparado ao resto da humanidade, parece uma espécie de super−homem. Tais golpes de sorte sempre
foram possíveis e, talvez, sempre serão. Até mesmo raças inteiras, tribos e nações podem
ocasionalmente representar tais ditosos acidentes.

- O Anticristo, By Friedrich Wilhelm Nietzsche

PAVOR PRECOCE…

Publicado em Lendo e Relendo às Março 31, 2009 por Fernando Gomes

Embora não sejamos de modo algum pessoas muito ricas, aqui na Estíria* vivemos em um castelo, ou schIoss. Com uma pequena renda pode-se viver muito bem nessa parte do mundo. Oitocentas ou novecentas libras por ano – dinheiro que na Inglaterra nos deixaria muito aquém do padrão de vida das pessoas abastadas – aqui são capazes de fazer milagres. Meu pai é inglês e eu assino um nome inglês, embora jamais tenha estado na Inglaterra. E nessa terra solitária e primitiva, onde tudo é tão incrivelmente barato, não vejo como qualquer quantidade de dinheiro a mais pudesse aumentar nosso conforto material ou nos trazer mais luxo.
Meu pai, que serviu no Exército austríaco até se reformar com uma pensão e a renda de seu patrimônio, comprou essa residência feudal junto com a pequena propriedade que a circunda por um preço irrisório.
Nenhum lugar poderia ser mais pitoresco ou solitário. O castelo fica numa pequena elevação dentro de uma floresta. A estrada, estreita e muito antiga, passa diante da ponte levadiça – que jamais vi levantada, em toda minha vida – e do fosso alagado embaixo dela, repleto de carpas, navegado por muitos cisnes e com a superfície tomada por lírios d’água.
Sobre tudo isso se ergue o schloss com a fachada de muitas janelas, suas torres e a capela gótica.
A floresta se abre numa clareira irregular e muito pitoresca diante do portão e, à sua direita, uma antiga ponte gótica, como um arco de pedra, transporta a estrada por sobre um rio que se perde em curvas através das densas sombras da floresta.
Disse que era um lugar muito solitário, veja se não é verdade: partindo da porta de entrada, a floresta que circunda o castelo se estende quinze milhas para a direita e doze para a esquerda. A aldeia habitada mais próxima fica a mais ou menos sete de suas milhas inglesas para a esquerda, e o castelo vizinho, ainda ocupado e com algumas associações históricas, é o schloss do velho general Spielsdorf, que se situa a aproximadamente vinte milhas para a direita.
Disse “a aldeia habítada mais próxima” porque existe, a apenas três milhas para oeste, na direção do castelo do general Spieldorf, uma aldeia em ruínas, com sua pequena igreja, agora destelhada, ao lado da qual estão os túmulos cobertos de musgo da orgulhosa família – hoje extinta – dos Karnstein, antigos proprietários do castelo abandonado que, de dentro da floresta, avista as ruínas silenciosas da aldeia deserta.
Com relação às causas do abandono desse lugar melancólico, existe uma lenda que lhe contarei num outro momento.
Agora devo falar do pequeno grupo familiar que habita nosso schloss. Não incluo os empregados e dependentes que vivem no pavilhão anexo ao castelo. Ouça com espanto! Meu pai, que é o homem mais gentil do mundo – mas está ficando velho – e eu, que na época dessa história, há oito anos, tinha 19. Eu e meu pai constituímos toda a família no castelo. Minha mãe, dama de uma nobre família aqui da região de Graz, morreu na minha primeira infância, mas tive uma governanta, uma boa alma, que está comigo praticamente desde então. Não me lembro do tempo quando seu rosto gordo e bondoso não era uma imagem familiar e querida de minha memória. Chamada Madame Perrodon e nativa de Berna, seus cuidados e bondade de alguma forma compensaram a ausência de minha mãe, de quem não tenho nenhuma lembrança, tão pequena era quando a perdi. Era a terceira comensal em nosso pequeno grupo à mesa de jantar. Havia ainda uma quarta pessoa, Mademoiseile de Lafontaine, a senhora que fazia o que acredito vocês chamem finishing governess e falava francês e alemão. Madame Perrodon falava francês e alguma coisa parecida com inglês; eu e meu pai somávamos a isso nosso inglês que, por motivos patrióticos e para que não se perdesse como língua entre nós, usávamos todos os dias. O resultado era uma Babel que fazia rir os estranhos e que não tentarei reproduzir nessa narrativa. Havia ainda duas ou três jovens amigas, da minha própria idade, que nos visitavam ocasionalmente, por períodos curtos e longos; visitas que algumas vezes eu retribuía.
Eram esses nossos parcos recursos regulares de contato social. Havia, é claro, visitas esporádicas de nossos “vizinhos” de apenas cinco ou seis léguas de distância. Posso assegurar-lhe, no entanto, que ainda assim levava uma vida bastante solitária.
Minha governanta exercia tanto controle sobre mim quanto seria possível esperar de uma pessoa responsável sobre uma órfã de mãe, mimada por um pai que lhe permitia praticamente tudo.
O primeiro fato marcante da minha existência que produziu uma impressão terrível em minha mente, a qual, na verdade, nunca se apagou, foi um dos primeiros incidentes de que me lembro. Algumas pessoas pensariam que um fato tão banal não mereceria ser lembrado aqui; mas, com o seguir da narrativa, o senhor entenderá por que o menciono.

Carmilla By Joseph Sheridan Le Fanu

RISADAS PARA COMEÇAR O DIA…

Publicado em De tudo um pouco às Março 30, 2009 por Fernando Gomes

Nove dias sem postar… pois é, semana dura, fazer oque ? Mas eu tardo, porém não falho ! :o

Enfim, começando o dia, 07:30 hs da matina, para quem gosta de uma pitadinha de humor negro, um pouco de Happy Tree Friends.

Para quem não conhece, vale a pena conhecer…

No Zoológico – Parte 1

No Zoológico – Parte 2

:)

O CAMINHO PARA A DECADÊNCIA

Publicado em To ouvindo às Março 20, 2009 por Fernando Gomes

Para ouvir nesta madrugada…
Bela musica da banda Norueguesa Sirenia.

Enjoy it ! :)

MARASMO…

Publicado em Diário de Bordo às Março 19, 2009 por Fernando Gomes

Mal presságio ???16:00 hs – Tempo ruim, dia de marasmo. Para variar, a terra da garoa está com tempo de chuva. O lho para o céu cinza, que promete, talvez, mais um dia de caos, se não o caos, pelo menos um trânsito infernal que vem por ai, a terrível hora do Hush, um termo que está ficando cada vez mais se necessidade de existir, pois, hoje em dia, até de madrugada se pega trânsito em alguns lugares por esta metrópole. Ontem, quando sai do trabalho, fotografei um urubu em cima de um carro. Ele era maior do que um gato e mal encarado como eu nunca vi. Estava bem desconfiado também, pulando em cima do teto do carro. Pobre prorietário, no mínimo, vai ter que acertar os riscos na pintura. Seria este urubu um mal presságio ? sei lá eu ! mas foi engraçado.


Daqui a pouco, segundo tempo, vou correndo para a faculdade ( sim sou um aluno aplicado, não falto ! :0) serão mais algumas horas de marasmo, até o final de mais este dia, que terminará em algumas partidas de playstation 3, bebendo algo bem gelado…


Seria bom estar agora em algum lugar exotico, como Budapeste, Praga, Dublin ou outro equivalente, na companhia de minha amada namorada, sentado em um pub, ouvindo boa musica e bebendo uma bela cerveja preta gelada…


Mas, por enquanto não ! vamos ver para frente !  Ao menos, no final de semana, estarei com minha amada ! e isso já conta muito ! e não te marasmo não !


Agora vou levantar o circo e pegar meu caminho da roça !  ;)

PINGOS NA CHUVA

Publicado em Eu Comigo às Março 17, 2009 por Fernando Gomes

Chuva na terra da garoa...18:30 hs – Parado, dentro de meu carro, esperando a chuva passar, olho os pingos na chuva, que passam pela lata do meu carro, e caem ao chão, vindos do céu, de uma chuva torrencial que cai agora na terra da garoa. Estes pingos são como nossas vidas, sendo eles cada segundo que passa, e que não volta mais…Se nos protegermos muito da chuva, não aproveitaremos estes pingos e perderemos tempo…

Acho que vou correr um pouco….

;)